Juliana Matsumura Mogi das Cruzes, 1993
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Biografia
A sua pesquisa artística aborda relações entre corpo, ancestralidade e território, e está situada no cruzamento entre o desenho, a instalação, a escrita e a performance. No processo de fazer imagens, são utilizados elementos e fenômenos da natureza, símbolos e arquétipos na tentativa de especular sobre o invisível e sobre a memória (interpessoal e histórica). O seu trabalho visual remete a fluxos, a jogos de força, ao movimento e à passagem do tempo, numa apreensão cinemática do mundo.
Entre as exposições das quais participou, destacam-se "Rio-Correnteza", em Mitre Galeria, Belo Horizonte, Brasil (2025); “Um Corpo no Mundo”, em Galeria Coletivo Amarelo, Lisboa, Portugal (2024); “Um gesto, todos os desenhos”, exposição integrada no ciclo "O Desenho como Pensamento", curadoria de João Silvério, em Centro de Artes de Águeda, Águeda, Portugal (2024); “chave na serradura”, em Arquipélago Centro de Artes Contemporâneas, Ribeira Grande - Açores, Portugal (2022) e “Kawa-Kami”, em Casarão do Chá, Mogi das Cruzes, Brasil (2022).
Em 2022 recebeu um Apoio da Fundação Calouste Gulbenkian com o projeto "Kawa-Kami", desenvolvido em São Paulo. Em 2023 foi uma das artistas selecionadas para o PEA- Portuguese Emerging Arts, publicação promovida pela EMERGE, Portugal, com o júri formado por Leonor Lloret, Emília Ferreira e Pedro Calapez . Em 2024 publicou o seu primeiro livro de poemas “andar como as nuvens andam” pela editora Urutau. O seu trabalho está representado nas coleções do Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, da Fundação PLMJ, da Fondazione Fiera Milano e da Residência da FAAP São Paulo. Expõe o seu trabalho desde 2018.
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Obras
Juliana Matsumura Mogi das Cruzes, 1993
Reliquum II - Untitled 4, 2017Monotype on paper100 x 70 cm
39 3/8 x 27 1/2 in
