Manauara Clandestina Manaus

  • Biografia

    "A pesquisa de Manauara Clandestina se fundamenta na premissa de que sobreviver vai além de apenas resistir ao colapso: implica trilhar ativamente novos caminhos no meio dele. A obra foca na produção de redes, gestos e alianças que sustentam a vida em meio às fissuras do sistema vigente. O essencial para a vida está no centro: o amor manifestado nas articulações comunitárias, a solidariedade gravada em uniformes transformados e o contínuo ato de abrir passagens onde antes existia apenas interdição."

     

    — Aldones Nunes

     

    Suas mostras individuais incluem: “Sala de Vídeo: Manauara Clandestina” (2024, MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, São Paulo – Brasil), “Saltação” (2021, Casa70, Lisboa, Portugal) e “Pitiú de Cobra” (2021, Delirium, São Paulo – Brasil). Participou de importantes exposições coletivas como: “Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira” (2025, CCBB Salvador – BA; 2024, CCBB Belo Horizonte – MG; 2023, CCBB São Paulo – SP), “Foreigners Everywhere” (2024, 60ª Bienal de Veneza, Veneza – Itália), “Composições para tempos insurgentes” (2024, MAM Rio – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro – Brasil), “1ª Bienal das Amazônias” (2023, Belém – Brasil), “El tiempo es una ilusión” (2023, Collegium, Arévalo – Espanha), “Festival Internacional de Cinema de Edimburgo” (2022, Edimburgo – Escócia) e exposição coletiva no IAB-SP – Instituto de Arquitetos do Brasil (s/d, São Paulo – SP).

     
  • Obras
  • Exposições